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	<title>Arquivos explainit - Explain IT</title>
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		<title>Veeam Data Cloud for Microsoft 365 &#8211; Parte 01</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:29:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esse é o primeiro post de uma série que farei sobre o Veeam Data Cloud, a solução SaaS (Software as a Service) da Veeam para proteção do Microsoft 365. Nesse primeiro capítulo, desmistificaremos o produto e mostraremos o processo de onboarding na solução.</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/veeam-data-cloud-for-microsoft-365-parte-01/">Veeam Data Cloud for Microsoft 365 &#8211; Parte 01</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="MBCnmPV"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b00a1593ed5.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2301 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b00a1593ed5-600x194.png" alt="" width="600" height="194" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b00a1593ed5-600x194.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b00a1593ed5-768x248.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b00a1593ed5.png 1010w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fala galera, tudo em ordem? Chegou o momento esperado: vamos explorar, em alguns posts, o <strong>Veeam Data Cloud for Microsoft 365 (VDC365)</strong>. A famosa ferramenta da <strong>Veeam Software</strong> para proteger recursos do Microsoft 365, que antes era instalada e operada em ambientes on-premisses, agora está disponível na oferta SaaS <em>(Software as a Service).</em></p>
<p>Eu vou distribuir o conteúdo em vários posts pra não ficar carregado demais. Na primeira parte, uma <strong>breve introdução</strong> do produto e também o processo de <strong>on-boarding</strong> na ferramenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Mas antes, senta que lá vem história&#8230;&#8230;</strong></h3>
<p id="UEYlFzD"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b00b2aa97d7-1.png"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2310" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b00b2aa97d7-1-600x356.png" alt="" width="600" height="356" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b00b2aa97d7-1-600x356.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b00b2aa97d7-1.png 650w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por muito tempo, o Veeam Backup for Microsoft 365 foi destaque tanto comercialmente quanto tecnicamente. Porém, as evoluções do mercado e as recomendações das consultorias (tipo Gartner), apontavam que era o momento de inovar. E, baseado nisso, a Veeam <strong>adquiriu</strong> um produto chamado <strong>Cirrus</strong>, que foi desenvolvido originalmente pela <strong>CT4</strong> e protegia o Microsoft 365 e o Azure.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Porque comprar o Cirrus se a Veeam já tinha backup para Microsoft 365?</strong></h3>
<p>A grande sacada aqui foi que o produto comprado (Cirrus) já <strong>estava sendo ofertado como SaaS <em>(Software as a Service)</em></strong>, ou seja, quem contratasse a solução, não precisava se preocupar com absolutamente nada! <strong>Tudo é responsabilidade do provedor</strong>, nesse caso, a CT4. No formato SaaS, o cliente só precisa pagar e gerenciar o backup. A camada de infraestrutura, disponibilidade, segurança, updates&#8230; tudo isso é feito pelo provedor. Quando a Veeam comprou o Cirrus, <strong>ela absorveu também todo time de desenvolvimento e suporte</strong>. A partir desse momento, <strong>nasceu o Veeam Data Cloud</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<h3 style="text-align: center;"><strong>Esclarecendo</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Veeam Backup for Microsoft 365 (VBM365)</strong>
<ul>
<li>Solução &#8220;antiga&#8221;;</li>
<li>On-primesses;</li>
<li>Cliente precisa disponibilizar servidor e armazenamento;</li>
<li>Instalada e gerenciada pelo cliente/parceiro.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Veeam Data Cloud for Microsoft 365 (VDC365)</strong>
<ul>
<li>Solução mais &#8220;nova&#8221; e moderna;</li>
<li>Formato SaaS;</li>
<li>Disponibilizada na nuvem da Veeam (servidor e armazenamento ilimitado);</li>
<li>Suportada inteiramente pela Veeam.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<hr />
<h3><strong>Produto</strong></h3>
<p>Assim como no VBM365, o VDC365 protege os seguintes itens do Microsoft 365:</p>
<ul>
<li>Microsoft Exchange Online (e-mails)</li>
<li>Microsoft SharePoint Online</li>
<li>Microsoft OneDrive for Business</li>
<li>Microsoft Teams</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Onboarding</strong></h3>
<p>Por se tratar de uma solução SaaS, não existe um processo de &#8220;instalação&#8221;. Ela já está instalada na nuvem da Veeam, que utiliza, por padrão, os recursos do Azure para hospedar a infraestrutura. Sendo assim,  precisamos apenas configurar nosso tenant do Microsoft 365 dentro do VDC. Esse processo chamamos de <strong>onboarding</strong>.</p>
<p>Quando o cliente compra o VDC365, ele informa um e-mail para<strong> receber o convite e ingressar na plataforma</strong>. Apenas como comparação, se fosse o VBM365, o cliente receberia nesse mesmo e-mail uma licença para ser aplicada na console local. O e-mail que o cliente receberá deve seguir mais ou menos o formato abaixo:</p>
<p id="iQUwlxP"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69aefe475047f.png"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2294 size-full" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69aefe475047f.png" alt="" width="564" height="334" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p id="fLgYilb">Ao clicamos em &#8220;<strong>Accept Invite</strong>&#8220;, somos direcionados ao portal do <strong><a href="https://cloud.veeam.com/" target="_blank" rel="noopener">Veeam Data Cloud</a>. </strong>Nesse portal precisamos entrar, <strong>obrigatoriamente</strong>, com o e-mail que foi enviado o convite. Ao se autenticar, começaremos a configurar o tenant dentro do VDC. Embora o processo seja simples, devemos ter bastante cuidado. Por exemplo, nessa primeira tela, além de escolher o nome que daremos pro tenant, também definiremos a <strong>região onde os dados ficarão armazenados</strong>.</p>
<p id="aZfvwcI"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69aefe01bfd09.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2293 size-full" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69aefe01bfd09.png" alt="" width="565" height="261" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora é o momento, de fato, de fazer a integração do VDC com o nosso tenant. Basta <strong>copiar o código que é exibido (2), </strong><strong>clicar no link (1) </strong>e inserir as credenciais de um usuário que seja<strong> Admin Global do Microsoft 365</strong> nesse tenant. Se clicarmos em &#8220;<em><strong>Advanced Settings (3)</strong>&#8220;</em>, podemos escolher quais serviços vamos proteger. O Exchange Online já vem marcado e não é possível desmarcá-lo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p id="jThRRAu"><img loading="lazy" decoding="async" width="565" height="463" class="size-full wp-image-2296 aligncenter" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69af00258dbcb.png" alt="" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois, será exibida a tela abaixo informando as permissões que serão adicionadas ao <em>Application</em> do VDC. Parece meio óbvio, mas se você não aceitar, não vai ser possível continuar com a configuração.<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f605.png" alt="😅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p id="ilGDbKp"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69af024a74fe1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2297 size-full" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69af024a74fe1.png" alt="" width="395" height="592" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A próxima tela nos guiará para definição da política que será aplicada. Aqui podemos escolher se vamos <strong>proteger o tenant todo ou se faremos a criação manualmente das políticas (1)</strong> após processo de onboarding. Também definimos aqui o<strong> período de retenção (2)</strong> e quais os <strong>itens que serão protegidos (3)</strong>.</p>
<p id="yutwamG"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69af262a5fed6.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2298 size-full" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69af262a5fed6.png" alt="" width="565" height="449" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A última tela desse processo é um resumo com as configurações que foram definidas. A partir disso, seremos direcionados para a dashboard inicial e podemos começar a colocar a mão na massa e operar a ferramenta.</p>
<p id="dtTjDRu"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b00800c290e.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2299 size-full" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b00800c290e.png" alt="" width="565" height="314" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p id="sxWbUWc"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b008f5b84cd.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2300 size-full" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b008f5b84cd.png" alt="" width="842" height="243" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b008f5b84cd.png 842w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b008f5b84cd-600x173.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_69b008f5b84cd-768x222.png 768w" sizes="auto, (max-width: 842px) 100vw, 842px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É isso ai povo! Nessa primeira parte cobrimos um pouquinho da história do VDC e também o processo de onboarding na ferramenta. Na sequência, vamos ver os processos de backup, restore e navegação na console.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/veeam-data-cloud-for-microsoft-365-parte-01/">Veeam Data Cloud for Microsoft 365 &#8211; Parte 01</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fechamento de 2025</title>
		<link>https://explainit.com.br/fechamento-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 21:19:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Backup]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E ai galera! Para encerrar o ano de 2025, trago nesse post minha opinião sobre o que mais causou impacto no mundo Veeam de proteção de dados esse ano. E aí, concordam com o conteúdo?</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/fechamento-de-2025/">Fechamento de 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala pessoal, tudo certo?</p>
<p>Vamos fechar a conta e passar a régua em 2025?</p>
<p data-start="253" data-end="590">Nesse ano, tive a oportunidade de acompanhar de perto diversos anúncios relevantes no ecossistema de proteção de dados, principalmente no que se refere a Veeam. Estive presencialmente no <strong data-start="374" data-end="399">VeeamON, em San Diego</strong>, e também no <strong data-start="413" data-end="438">V100 Summit, em Praga</strong>, conversando com clientes, parceiros, times técnicos e executivos da Veeam. Foram momentos importantes de troca, discussão técnica e visão estratégica.</p>
<p data-start="592" data-end="768">Depois de tudo isso, se fosse para eu escolher o que mais causou impacto, facilmente escolheria o<strong data-start="647" data-end="768"> Veeam Software Appliance (VSA): </strong>não foi uma feature nova, nem um ajuste de software. Foi uma <strong data-start="839" data-end="915">mudança estrutural </strong>na forma como o Veeam é entregue, operado e protegido.</p>
<h3 data-start="592" data-end="768"></h3>
<h3 data-start="592" data-end="768"><strong data-start="922" data-end="960">O que mudou e por que isso importa (</strong><span style="font-size: 10pt;">sempre considerando minha opinião <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><strong data-start="922" data-end="960"><span style="font-size: 8pt;"><span style="font-size: 14pt;">)</span></span></strong></h3>
<p data-start="962" data-end="1358">Durante anos, o mercado se acostumou a tratar o Veeam Backup &amp; Replication como um software que roda em Windows. Funcionalmente, isso nunca foi um problema, pelo contrário: todos gostavam dele rodar em Windows pela praticidade e facilidade. Porém, do ponto de vista operacional e de segurança, sempre houve um custo oculto envolvido. <strong>Hardening manual, patching constante, dependência de sistema operacional, licenciamento e uma superfície de ataque maior do que o necessário.</strong></p>
<p data-start="1360" data-end="1409">Quando o VSA chegou, essas barreiras foram superadas. O Veeam passou a ser entregue como um <strong data-start="1449" data-end="1474">appliance de software</strong>, baseada em Linux no conceito <strong>JeOS</strong> (Just Enough OS), pré-configurado e pré-hardened.</p>
<p data-start="1722" data-end="1824">Esse reposicionamento ficou muito claro nas conversas que tive <strong>no V100 Summit.</strong></p>
<h3 data-start="1722" data-end="1824"></h3>
<h3 data-start="1722" data-end="1824"><strong data-start="1830" data-end="1876">Segurança deixa de ser um projeto paralelo</strong></h3>
<p data-start="1878" data-end="1994">Um dos pontos que mais me chamou atenção é que o VSA, finalmente, removeu aquele &#8220;jeitinho&#8221; de implementar rápido pra sair fazendo backup logo e proteger depois. O hardening já vem aplicado, o modelo de privilégios é mais restritivo, a separação de papéis, como <em data-start="2100" data-end="2118">Security Officer</em>, é nativa e o MFA para operações sensíveis deixa de ser boa prática e passa a ser requisito.</p>
<h3 data-start="1878" data-end="1994"></h3>
<h3 data-start="1878" data-end="1994"><strong data-start="2440" data-end="2481">Impacto real no dia a dia das equipes</strong></h3>
<p data-start="2483" data-end="2565">Outro fator que reforça o peso desse lançamento é o impacto na utilização diária da ferramenta. Com o VSA, o tempo é melhor aproveitado uma vez que gasta-se menos com:</p>
<ul data-start="2590" data-end="2744">
<li data-start="2590" data-end="2630">
<p data-start="2592" data-end="2630">Administração de sistema operacional;</p>
</li>
<li data-start="2590" data-end="2630">
<p data-start="2592" data-end="2630">Hardening manual;</p>
</li>
<li data-start="2652" data-end="2694">
<p data-start="2654" data-end="2694">Dependências e atualizações de Windows;</p>
</li>
<li data-start="2695" data-end="2744">
<p data-start="2697" data-end="2744">Discussões sobre sizing e licenciamento de SO.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2746" data-end="2768">Mais tempo dedicado a:</p>
<ul data-start="2769" data-end="2876">
<li data-start="2769" data-end="2804">
<p data-start="2771" data-end="2804">Estratégia de proteção de dados</p>
</li>
<li data-start="2805" data-end="2830">
<p data-start="2807" data-end="2830">Testes de recuperação</p>
</li>
<li data-start="2831" data-end="2848">
<p data-start="2833" data-end="2848">Imutabilidade</p>
</li>
<li data-start="2849" data-end="2876">
<p data-start="2851" data-end="2876">Continuidade de negócio</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2878" data-end="3070">Isso muda não somente nos recursos operacionais economizados, mas também em implementações mais baratas e mais efetivas, com menor tempo e mais segurança. No final do dia, o VSA <strong data-start="3030" data-end="3069">simplifica a operação e reduz risco</strong>.</p>
<p data-start="2878" data-end="3070">E se você quiser saber como é o processo de instalação/configuração do VSA, tem 2 posts aqui no blog que mostram isso:</p>
<p data-start="2878" data-end="3070"><a href="https://explainit.com.br/instalacao-do-appliance-veeam-v13/">Instalação do Appliance Veeam v13 &#8211; Explain IT</a></p>
<p data-start="2878" data-end="3070"><a href="https://explainit.com.br/configuracao-inicial-appliance-v13/">Configuração Inicial do Appliance Veeam v13 &#8211; Explain IT</a></p>
<p data-start="3687" data-end="3889">É isso turma! Encerro 2025 com essa opinião, baseada em tudo que vi e vivi nos eventos, em clientes e parceiros. E pra vocês, qual foi a mudança que mais causou impacto em 2025 no ecossistema Veeam?</p>
<p data-start="3687" data-end="3889">Aproveito para deixar meus votos de um excelente 2026 para todos vocês!<br />
Grande abraço.</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/fechamento-de-2025/">Fechamento de 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Object First &#8211; Instalação</title>
		<link>https://explainit.com.br/object-first-instalacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 03:49:46 +0000</pubDate>
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		<guid isPermaLink="false">https://explainit.com.br/?p=2233</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nesse primeiro post sobre Object First, mostro como é feita a instalação de um novo nó, definindo os principais parâmetros e configurações. É o primeiro passo para deixar o appliance de Object Storage pronto para receber backups via Veeam.</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/object-first-instalacao/">Object First &#8211; Instalação</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala pessoal, tudo em ordem?</p>
<p>Hoje estou iniciando uma série de posts sobre a <a href="https://objectfirst.com/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Object First</strong></a>. Vamos passar pelo processos de instalação, ajustes iniciais, atualização e até mesmo a criação de um bucket e configuração dele no Veeam.</p>
<p>Falando bem resumidamente sobre a Object First, é uma empresa que foi <strong>criada pelos mesmos fundadores da Veeam</strong> (talvez o mais conhecido seja o <strong class="fullname" data-v-9ddca3af="">Ratmir Timashev</strong>). E não por coincidência, <strong>é 100% compatível e pensada para funcionar em conjunto com a Veeam</strong>. Mas é importante saber: embora utilize o protocolo S3, <strong>nenhuma outra ferramenta está homologada para trabalhar com Object First</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3b973edcc.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2256 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3b973edcc-600x240.png" alt="" width="600" height="240" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3b973edcc-600x240.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3b973edcc-1024x410.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3b973edcc-768x308.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3b973edcc-1536x615.png 1536w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3b973edcc.png 1843w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro ponto interessante é que os appliances são sempre <strong>físicos</strong>. Existe um virtual appliance, entretanto, é apenas para testes/demonstração. Vocês também vão encontrar o mercado chamando a solução da Object First de <strong>#Ootbi</strong>, que significa <strong>Out-of-the-Box Immutability</strong>. Um dos grandes diferenciais da solução é a <strong>segurança implementada</strong>, de uma maneira bem simples, e o <strong>desempenho</strong>.</p>
<p>Antes de iniciarmos, vale lembrar que a Object First, assim como várias empresas da área de tecnologia,<strong> tem um programa de comunidade.</strong> Ele é chamado de <strong>Object First Aces</strong>, composto por pouquíssimos profissionais do mundo todo (menos de 40). Esse ano tive a honra se ser escolhido para fazer parte dele. Se quiserem conhecer quem são os membros ou saber um pouco mais sobre o programa, <strong><a href="https://objectfirst.com/aces-program/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>.</strong></p>
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<p id="qgkdmWq"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2962dd635.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2235 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2962dd635-600x204.png" alt="" width="600" height="204" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2962dd635-600x204.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2962dd635-1024x348.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2962dd635-768x261.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2962dd635.png 1486w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora que as apresentações foram realizadas, mãos a massa. Primeiro passo é fazer o deploy do .OVA no VMware. <strong>Não vou entrar no passo-a-passo desse processo</strong>, vamos direto para a instalação.</p>
<p>Considerando que a imagem foi importada e VM ligada, nos deparamos com a primeira tela da instalação. Nela podemos escolher entre <strong>Object First Ootbi, Advanced options for Object First Ootbi </strong>ou <strong>UEFI Firmware Settings</strong>. Para a instalação básica inicial, selecionaremos <strong>Object First Ootbi.</strong></p>
<p id="vFqROme"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2bca2d5b0.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2238 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2bca2d5b0-600x376.png" alt="" width="600" height="376" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2bca2d5b0-600x376.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2bca2d5b0-1024x642.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2bca2d5b0-768x481.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2bca2d5b0-1536x962.png 1536w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2bca2d5b0.png 1676w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora, temos o <strong>License Agreement</strong>. Para &#8220;passar de fase&#8221;, tem que aceitar&#8230; sem choro.</p>
<p id="AbuyzZe"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2d79921d3.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2239 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2d79921d3-600x375.png" alt="" width="600" height="375" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2d79921d3-600x375.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2d79921d3-1024x639.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2d79921d3-768x479.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2d79921d3-1536x959.png 1536w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2d79921d3.png 1677w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A próxima tela é <strong>bem importante</strong>. Nela escolhemos se vamos fazer uma instalação <strong>nova</strong>, do zero e <strong>criar um novo cluster</strong>&#8230; ou se vamos <strong>ingressar o nó em um cluster já existente</strong>. Como no nosso exemplo é o primeiro nó, então selecionamos <strong>I don&#8217;t have an Ootbi cluster. Configure a new cluster for the appliance </strong>e depois <strong>Next</strong>.</p>
<p id="VsvuefH"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2e7ad3eb8.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2240 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2e7ad3eb8-600x374.png" alt="" width="600" height="374" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2e7ad3eb8-600x374.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2e7ad3eb8-1024x638.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2e7ad3eb8-768x479.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2e7ad3eb8-1536x957.png 1536w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df2e7ad3eb8.png 1680w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais um passo importante: <strong>configurações de rede.</strong> Insira os parâmetros do seu ambiente e selecione <strong>Next.</strong></p>
<p id="ySRNqmO"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df308bae62e.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2241 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df308bae62e-600x374.png" alt="" width="600" height="374" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df308bae62e-600x374.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df308bae62e-1024x639.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df308bae62e-768x479.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df308bae62e.png 1446w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após definir as configurações de rede, vamos dar um nome para o appliance. No exemplo, eu coloquei <strong>ootbi-lab</strong>. Feito isso, vamos em <strong>Next</strong>.</p>
<p id="RTfEqJJ"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df31a3517d5.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2242 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df31a3517d5-600x372.png" alt="" width="600" height="372" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df31a3517d5-600x372.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df31a3517d5-1024x635.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df31a3517d5-768x476.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df31a3517d5.png 1449w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como cada segundo é importante, uma configuração que deve ser realizada já no deploy é a <strong>definição do NTP server</strong>. Usei o servidor do <strong>ntp.br</strong> para fazer o sincronismo.</p>
<p id="LCkNSpY"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df40f48405e.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2264 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df40f48405e-600x375.png" alt="" width="600" height="375" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df40f48405e-600x375.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df40f48405e-1024x639.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df40f48405e-768x480.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df40f48405e.png 1446w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de definir o NTP server, o wizard vai realizar <strong>uma sincronização do relógio já tentar se conectar à internet para fazer um update</strong>. Como essa VM não tinha acesso à internet ainda, não foi possível atualizar. O assistente ainda nos pergunta <strong>se desejamos configurar um servidor de proxy </strong>para tentar novamente. Aqui vamos pressionar <strong>Esc </strong>e ignorar essa configuração, afinal, é possível fazer tudo isso depois na console web.</p>
<p id="YwopWFV"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df33b855001.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2244 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df33b855001-600x375.png" alt="" width="600" height="375" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df33b855001-600x375.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df33b855001-1024x640.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df33b855001-768x480.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df33b855001.png 1447w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora precisamos definir as <strong>configurações de rede do cluster</strong>. Lembrem-se que, no futuro, posso adicionar mais nós e será através desse IP (que vamos configurar agora) que faremos gerenciaremos de toda a solução. Meu cluster vai se chamar <strong>ootbi-cluster</strong>.</p>
<p id="LNmaFKR"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df359990c86.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2246 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df359990c86-600x375.png" alt="" width="600" height="375" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df359990c86-600x375.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df359990c86-1024x640.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df359990c86-768x480.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df359990c86.png 1446w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já estamos caminhando para o final da instalação, mas antes, precisamos definir uma <strong>senha para se conectar.</strong> O usuário padrão &#8220;<strong>objectfirst&#8221;</strong> é criado automaticamente. A senha deve conter, no mínimo: <strong>12 caracteres,</strong> incluindo uma<strong> letra maiúscula</strong>, uma <strong>minúscula</strong>, um <strong>número</strong> e um <strong>caractere</strong> <strong>especial</strong>. Se você não atender algum dos requisitos, vai receber uma mensagem igual essa:</p>
<p id="neZsPJy"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3701a2a41.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2248 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3701a2a41-600x375.png" alt="" width="600" height="375" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3701a2a41-600x375.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3701a2a41-1024x641.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3701a2a41-768x481.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3701a2a41.png 1448w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se isso acontecer, pressione <strong>Enter </strong>ou <strong>Esc</strong>, volte na tela anterior e crie uma senha que atenda aos requisitos especificados.</p>
<p id="FRKLHtj"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37824309c.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2249 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37824309c-600x374.png" alt="" width="600" height="374" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37824309c-600x374.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37824309c-1024x638.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37824309c-768x478.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37824309c.png 1448w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A próxima tela do instalador mostra um resumo das configurações:</p>
<p id="IRYqZHL"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37dd43320.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2250 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37dd43320-600x374.png" alt="" width="600" height="374" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37dd43320-600x374.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37dd43320-1024x638.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37dd43320-768x479.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df37dd43320.png 1447w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois pergunta se você deseja ativar os serviços de <strong>telemetria</strong>, onde você <strong>permite que alguns relatórios de eventos críticos e estatísticas básicas sejam compartilhados com a Object First</strong>. Nenhum dado backupeado ou algo do tipo é enviado ao ativar a telemetria.</p>
<p id="Zfbadfa"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df388c35bc7.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2252 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df388c35bc7-600x374.png" alt="" width="600" height="374" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df388c35bc7-600x374.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df388c35bc7-1024x639.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df388c35bc7-768x479.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df388c35bc7.png 1448w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Feito isso, <strong>finalizamos a instalação do Ootbi</strong>. Pra quem conhece VMware, vai perceber que a tela a seguir não é nenhum pouco estranha:</p>
<p id="tyxxFhU"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3929160bc.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2253 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3929160bc-600x373.png" alt="" width="600" height="373" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3929160bc-600x373.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3929160bc-1024x636.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3929160bc-768x477.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df3929160bc.png 1451w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora, para validar que está funcionando, basta digitar o<strong> IP do node</strong> ou o <strong>IP do cluster</strong> no navegador, usar a <strong>porta 8443</strong>, e teremos acesso a console gráfica da solução:</p>
<p id="LoGgjOr"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df39a267343.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2254 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df39a267343-600x375.png" alt="" width="600" height="375" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df39a267343-600x375.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df39a267343-1024x640.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df39a267343-768x480.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img_68df39a267343.png 1447w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E aí pessoal, o que acharam do processo de instalação? Particularmente, <strong>achei muito fácil e intuitivo</strong>. Nos próximos posts vou navegar na console e mostrar como fazer algumas operações.</p>
<p>Um abraço.<br />
Até a próxima!</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/object-first-instalacao/">Object First &#8211; Instalação</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
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		<title>Configuração Inicial do Appliance Veeam v13</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 06:03:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chegamos na segunda parte. Aqui veremos as configurações iniciais para que o Veeam possa estar em pleno funcionamento e pronto para começar a proteger os ambientes. Vamos navegar desde a criação do nome até a definição das questões de segurança.</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/configuracao-inicial-appliance-v13/">Configuração Inicial do Appliance Veeam v13</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bora para a segunda parte relacionada ao Veeam Appliance?</p>
<p>Agora que ele foi instalado, partiremos para as <strong>configurações e ajustes iniciais</strong>. Se você não acompanhou o processo de instalação, <strong><a href="https://explainit.com.br/instalacao-do-appliance-veeam-v13/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a></strong> e veja como é fácil.</p>
<p>Após finalizar a instalação, a tela abaixo será mostrada. Nela daremos os primeiros passos, que, é claro, passam por ler e aceitar os termos exibidos. Se você quiser continuar, aceite o contrato <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> navegando até o <strong>[Accept]</strong> no canto inferior direito da tela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p id="XwGKIOD"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d0aaa0cb373.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2197 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d0aaa0cb373-600x378.png" alt="" width="600" height="378" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d0aaa0cb373-600x378.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d0aaa0cb373-768x484.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d0aaa0cb373.png 771w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Primeira ação, de fato, é darmos nome ao servidor. Para nosso exemplo, o servidor vai se chamar <strong>explainit-v13</strong>. Feito isso, clique em <strong>[Next]</strong>.</p>
<p id="fSYMRls"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8a39ee01f2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2209 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8a39ee01f2-600x380.png" alt="" width="600" height="380" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8a39ee01f2-600x380.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8a39ee01f2-768x486.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8a39ee01f2.png 777w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora definiremos as <strong>configurações de rede</strong>. Como eu tenho servidor DHCP no ambiente, perceba que já foi atribuído um IP automaticamente. Se esse não for o seu caso, basta navegar até <strong>[Static]</strong> para definir as configurações manualmente. Depois, selecione <strong>[Next]</strong>.</p>
<p id="RjDGwxh"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8a485edfd6.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2210 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8a485edfd6-600x379.png" alt="" width="600" height="379" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8a485edfd6-600x379.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8a485edfd6-768x485.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8a485edfd6.png 775w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora vamos configurar o servidor NTP para sincronização do horário e também vamos definir o time zone. Configurei para o time zone do <strong>Brasil (America/Sao_Paulo)</strong> e o servidor NTP usei o <strong>ntp.br</strong>.</p>
<p id="qySRttg"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c06c0a157.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2211 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c06c0a157-600x380.png" alt="" width="600" height="380" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c06c0a157-600x380.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c06c0a157-768x486.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c06c0a157.png 771w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na guia <strong>Host Administrator</strong>, muita atenção. Aqui começamos a configurar a parte de segurança do appliance. Nesse momento, precisamos definir a <strong>senha</strong> que será utilizada pelo usuário &#8220;<strong>veeamadmin</strong>&#8220;. Lembrete: toda a construção do appliance foi baseada no framework <strong>DISA STIG</strong>, sendo assim, a senha para essa conta deve conter, minimamente: <strong>15 caracteres</strong>, um<strong> número</strong>, uma letra<strong> minúscula</strong>, uma letra<strong> maiúscula</strong> e 1 caracter <strong>especial</strong>.</p>
<p>Para nosso exemplo, usei a senha ****************** <strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></strong></p>
<p id="OwmcFkY"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c2755835d.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2212 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c2755835d-600x377.png" alt="" width="600" height="377" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c2755835d-600x377.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c2755835d-768x482.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c2755835d.png 772w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tão logo você digite a senha, <strong>próximo passo é cadastrar o MFA</strong>. <strong>Não é possível seguir com a instalação sem fazer esse processo</strong>. Mais uma vez podemos notar o quanto a questão de segurança foi levada a sério nessa versão. Não existe nenhuma indicação de qual aplicativo gerenciador de MFA usar, por isso, <strong>escolha um de sua preferência</strong>. Particularmente, eu gosto de usar o Bitwarden para isso.</p>
<p id="tPASFiI"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c351d3043.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2213 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c351d3043-600x377.png" alt="" width="600" height="377" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c351d3043-600x377.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c351d3043-768x482.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c351d3043.png 774w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao finalizar a configuração do MFA, chegamos na guia <strong>Security Officer. </strong>Aqui criaremos a senha para o usuário <strong>&#8220;veeamso&#8221;</strong>. Esse novo &#8220;papel&#8221; fica responsável por fazer (ou autorizar a fazer) alterações mais críticas no ambiente. Para essa conta, deve-se seguir os mesmos critérios para escolha da senha. Caso contrário, você verá isso:</p>
<p id="wVRdcHS"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c650de02f.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2216 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c650de02f-600x380.png" alt="" width="600" height="380" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c650de02f-600x380.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c650de02f-768x486.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c650de02f.png 774w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Notem que existe uma opção chamada <strong>[Skip setting up Security Office]</strong>, ou seja, esse usuário não é obrigatório ser criado, entretanto, se ele não for criado nesse momento, <strong>não será possível adicionar depois. </strong>Caso você decida por criar o usuário, na primeira vez que ele for logar, será solicitado para ele configurar o MFA.</p>
<p id="LCFbUpX"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c5a7ad63f.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2215 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c5a7ad63f-600x378.png" alt="" width="600" height="378" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c5a7ad63f-600x378.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c5a7ad63f.png 769w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao avançar, chegamos na tela de resumo das configs. Quando selecionamos <strong>[Finish]</strong>, as configurações são aplicadas e os serviços do Veeam são reiniciados.</p>
<p id="fHMJSGv"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c817ebb34.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2217 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c817ebb34-600x378.png" alt="" width="600" height="378" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c817ebb34-600x378.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c817ebb34-768x484.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c817ebb34.png 770w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E se tudo ocorreu corretamente, você verá uma tela similar a essa abaixo. Nela podemos encontrar os endereços para <strong>gerenciamento do host</strong>, que é feito pela porta <strong>10443</strong> e também o endereço para <strong>operação do Veeam</strong> (também conhecida como <strong>console</strong>), que funciona na porta <strong>443</strong>.</p>
<p id="sNvYytl"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c88c731c6.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2218 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c88c731c6-600x173.png" alt="" width="600" height="173" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c88c731c6-600x173.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c88c731c6-1024x295.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c88c731c6-768x221.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8c88c731c6.png 1213w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Host management (porta 10443):</p>
<p id="pQrGvOV"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8ca00d47a8.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2219 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8ca00d47a8-600x273.png" alt="" width="600" height="273" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8ca00d47a8-600x273.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8ca00d47a8-1024x466.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8ca00d47a8-768x350.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8ca00d47a8-1536x699.png 1536w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8ca00d47a8.png 1823w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Console para gerenciamento do backup (porta 443):</p>
<p id="gNGwMqw"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cac2be261.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2220 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cac2be261-600x308.png" alt="" width="600" height="308" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cac2be261-600x308.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cac2be261-1024x525.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cac2be261-768x394.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cac2be261-1536x787.png 1536w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cac2be261.png 1814w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Legal observar que na da tela de login (console), <strong>tem um link </strong>para que você possa baixar a console <strong>Windows para se conectar no servidor</strong>. Lembrando sempre que a versão Web <strong>não está com todas as funcionalidades implementadas ainda</strong>, por esse motivo, é importante fazer o download e instalar a console versão desktop também.</p>
<p>Ao se autenticar na console web, temos a nova cara do Veeam:</p>
<p id="DJlTvRg"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cc562a05e.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2221 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cc562a05e-600x322.png" alt="" width="600" height="322" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cc562a05e-600x322.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cc562a05e-1024x550.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cc562a05e-768x413.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cc562a05e-1536x825.png 1536w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d8cc562a05e.png 1872w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E aí pessoal, o que acharam? Na minha visão, o processo de instalação foi <strong>muito simplificado</strong>, ficou mais <strong>seguro</strong> e <strong>funcional</strong>. Nos próximos posts, vamos avançar nas <strong>configurações de gerenciamento do host</strong> e, por último, uma revisada na console.</p>
<p>Por enquanto é isso. Um abraço e até a próxima.</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/configuracao-inicial-appliance-v13/">Configuração Inicial do Appliance Veeam v13</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
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		<title>Instalação do Appliance Veeam v13</title>
		<link>https://explainit.com.br/instalacao-do-appliance-veeam-v13/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 01:34:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A nova versão do Veeam foi liberada. E junto com a v13, a Veeam criou o conceito de Appliance. Vem descobrir como é o processo de instalação nesse novo formato.</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/instalacao-do-appliance-veeam-v13/">Instalação do Appliance Veeam v13</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala turma, tudo em ordem?</p>
<p>Conforme falei no post anterior, a ideia agora é mostrar para vocês como o deploy da nova versão do Veeam (v13) é bem diferente, entretanto, <strong>simples e muito segura</strong>. Lembrando que essa versão foi construída com base em <strong>Rock Linux</strong> 9.2 e possui console web (um pouco limitada nessa primeira versão) para gerenciamento. A console Windows e a instalação no modo tradicional <strong>permanecem disponíveis.</strong></p>
<p>Vou dividir em dois posts diferentes: esse aqui, cobrindo a instalação e o próximo, para configuração inicial (clique aqui).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Recursos</strong>: para fazermos o deploy da v13 em uma VM (ISO), os seguintes pré-requisitos são necessários:</p>
<ul>
<li><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">Obrigatório dois volumes de 240GB (mínimo) cada.</span></span></li>
<li><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb">8 vCPUs.</span></span></li>
<li><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb"> 16 GB de vRAM.</span></span><span class="jCAhz ChMk0b"><span class="ryNqvb"> </span></span></li>
</ul>
<p>Os requisitos e a documentação oficial podem ser encontradas aqui: <strong><a href="https://helpcenter.veeam.com/docs/vbr/userguide/system_requirements.html?ver=13">System Requirements &#8211; User Guide</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de baixar o arquivo ISO, atachar no VMware e subir a VM, já podemos ver a console para escolhermos o que vamos instalar. Nesse caso, selecionaremos o <strong>Veeam Backup &amp; Replication</strong>. Ainda é possível, através dessa tela, instalar o Veeam Enterprise Manager.</p>
<p id="JhZdEPF"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d075b90fff0.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2178 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d075b90fff0-600x433.png" alt="" width="600" height="433" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d075b90fff0-600x433.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d075b90fff0-1024x738.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d075b90fff0-768x554.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d075b90fff0.png 1086w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na próxima tela, temos as opções:</p>
<ul>
<li>Install &#8211; fresh install, wipes everything (including local backups): para <strong>instalar do zero, limpando tudo que tenha nos discos. </strong>Vamos escolher essa opção.</li>
<li>Reinstall &#8211; keeps backups, erase settings, reinstalls the OS: para reinstalar o sistema operacional, <strong>mantendo os backups e apagando todas as configurações</strong>.</li>
</ul>
<p id="hFPKgHD"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d0766a40542.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2179 size-medium aligncenter" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d0766a40542-600x443.png" alt="" width="600" height="443" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d0766a40542-600x443.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d0766a40542-1024x756.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d0766a40542-768x567.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d0766a40542.png 1081w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vai aparecer uma mensagem solicitando sua confirmação de que os dados todos serão apagados. Clique em <strong>Sim</strong> e vamos adiante.</p>
<p id="fQTWGUC"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d08f529d6d1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2180 " src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d08f529d6d1.png" alt="" width="319" height="83" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O processo de instalação será iniciado. Esse é o momento de pegar um café e aguardar&#8230;aguardar&#8230;aguardar&#8230;.</p>
<p id="JCbFXQc"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d08fe1c7b81.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2181 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d08fe1c7b81-600x450.png" alt="" width="600" height="450" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d08fe1c7b81-600x450.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d08fe1c7b81-1024x768.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d08fe1c7b81-768x576.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/09/img_68d08fe1c7b81.png 1094w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma vez que o processo de instalação seja finalizado sem erros, vamos iniciar a configuração inicial do appliance. Para o conteúdo não ficar muito extenso, essa segunda parte será explicada no <strong>próximo post</strong> (<a href="https://explainit.com.br/configuracao-inicial-appliance-v13/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>).</p>
<p>Resumindo: poucas ações, eliminando muito a possibilidade de erro e garantindo a segurança da ferramenta. Essa é a instalação do Veeam Appliance.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/instalacao-do-appliance-veeam-v13/">Instalação do Appliance Veeam v13</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
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		<title>VeeamON 2025 em San Diego</title>
		<link>https://explainit.com.br/veeamon-2025-em-san-diego/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 00:14:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra aqui os principais recursos divulgados do #VeeamON25: appliance em Linux, HA nativo, consoles novas... e por aí vai!</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/veeamon-2025-em-san-diego/">VeeamON 2025 em San Diego</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment --></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Fala pessoal, tudo certo?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Guardei esse post para lançar após a realização do <strong>VeeamON Tour Brazil, que acontecerá dia 28/08, em São Paulo</strong>. Minha ideia era esperar mais alguma novidade que pudesse aparecer, entretanto, devido a um imprevisto, não estarei presente. Sendo assim, vou compartilhar com vocês o que rolou de mais importante (na minha visão) durante o VeeamON, que aconteceu entre os dias 21 e 23 de abril em San Diego (Califórnia) e que tive a oportunidade de participar presencialmente graças ao programa <strong>#VeeamVanguard</strong> e a <strong>#SeprolIT</strong>.</span></p>
<p id="xFjdYwu"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab81c5a5bfe.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2136 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab81c5a5bfe-600x428.png" alt="" width="600" height="428" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab81c5a5bfe-600x428.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab81c5a5bfe-1024x730.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab81c5a5bfe-768x547.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab81c5a5bfe.png 1357w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Em linhas gerais, posso dizer: foi um evento cheio de novidades importantes para o universo de proteção de dados. A pegada da Veeam em <strong>deixar de ser uma ferramenta de backup e restore</strong> está cada vez mais forte. Agora, eles posicionam o Veeam Data Platform como uma <strong>ferramenta de cibersegurança</strong>. </span></p>
<p id="SvivPjw"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab8a690beb1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2140 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab8a690beb1-448x600.png" alt="" width="448" height="600" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab8a690beb1-448x600.png 448w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab8a690beb1.png 757w" sizes="auto, (max-width: 448px) 100vw, 448px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">O ápice do evento, com toda certeza, foi o <strong>anúncio da versão 13</strong>, com melhorias que vão desde a <strong>interface</strong> até a <strong>segurança</strong> e <strong>recuperação em nuvem</strong>. Aqui vão alguns pontos, resumidos, do que acredito ser legal de compartilhar:</span></p>
<p id="azRrmnq"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9fdc2ba07.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2156 size-full" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9fdc2ba07.png" alt="" width="443" height="298" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Veeam Software Appliance</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Talvez, o anúncio que causou mais alvoroço na galera: <strong>um appliance da Veeam</strong>!! Ele será baseado em <strong>Linux</strong> com JeOS (Just Enough OS), <strong>pré-hardened</strong> e com <strong>gerenciamento via web</strong>. Além disso: <strong>sem acesso root</strong> para administradores, <strong>MFA obrigatório</strong> e uma &#8220;função&#8221; chamada <strong>Security Officer</strong>. Lembra da pegada sobre cibersegurança que comentei acima? Então, o Security Officer será o responsável por <strong>aprovar ações críticas</strong>, tais como exclusões de backups. Esse usuário <strong>não vai gerenciar o backup ou o ambiente de backup</strong>, pelo contrário, ele realmente terá apenas o papel de aprovar (ou não) ações específicas no Veeam.</span></p>
<p><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab8bbde87ab.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2141 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab8bbde87ab-600x445.png" alt="" width="600" height="445" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab8bbde87ab-600x445.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab8bbde87ab-1024x759.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab8bbde87ab-768x570.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab8bbde87ab.png 1204w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Veeam Server com alta disponibilidade (HA) nativa</span></strong></span></h2>
<p><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Ao disponibilizar o Veeam Appliance, de &#8220;carona&#8221; chega também um dos itens mais requisitados pelos clientes e parceiros: <strong>suporte a HA (High Availability) </strong>para o Veeam Backup &amp; Replication. Isso significa que, em caso de falha do servidor principal, outro servidor (previamente cadastrado e configurado) pode ser requisitado a assumir a função, <strong>reduzindo drasticamente o tempo de recuperação </strong>do VBR para alguns segundos.</span></p>
<p><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab924403112.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2142 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab924403112-600x390.png" alt="" width="600" height="390" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab924403112-600x390.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab924403112-1024x665.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab924403112-768x499.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab924403112.png 1161w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-size: 14pt; font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Nova interface web</strong></span></h2>
<p><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Outro &#8220;benefício&#8221; que chegará graças ao Veeam Appliance ter sido arquitetado em Linux: na v13, o Veeam Data Platform terá uma<strong> interface web novinha em folha.</strong> Essa console trará dashboards com informações úteis, como o novo “Resiliency Score” (métricas que avaliam a saúde geral do ambiente de backup). A navegação é mais intuitiva, com foco em usabilidade e visual limpo. </span></p>
<p><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">E ainda teve um tempo para falarem sobre um recurso&#8221;diferenciado&#8221; da console web: ela terá o famoso, mas discutível <strong><em>dark mode theme</em></strong>. </span></p>
<p><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab95c2c6d30.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2144 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab95c2c6d30-600x190.png" alt="" width="600" height="190" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab95c2c6d30-600x190.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab95c2c6d30-1024x324.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab95c2c6d30-768x243.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab95c2c6d30-1536x485.png 1536w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab95c2c6d30.png 1877w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<p id="WUVeuXg"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab973527d35.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2145 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab973527d35-600x282.png" alt="" width="600" height="282" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab973527d35-600x282.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab973527d35-1024x481.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab973527d35-768x360.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab973527d35.png 1093w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<p id="nfUrrvg"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab977282861.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2146 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab977282861-600x338.png" alt="" width="600" height="338" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab977282861-600x338.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab977282861-768x433.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab977282861.png 829w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: 14pt;">Console Windows repaginado</span></strong></span></h2>
<p><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">A tradicional <strong>console em Windows também foi repaginada</strong>. Agora está mais leve, com visual atualizado e, claro, c<strong>om suporte ao <em>dark mode theme</em></strong>. Os gráficos dos trabalhos de backups continuam presentes, mas com melhor legibilidade e performance. A experiência, em geral, ficou mais fluida, especialmente em ambientes com muitos jobs simultâneos. E por incrível que pareça, a Veeam conseguiu deixar mais fácil uma console que já era tranquila de usar.</span></p>
<p id="VCxdyHi"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9b9506e1f.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2153 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9b9506e1f-600x332.png" alt="" width="600" height="332" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9b9506e1f-600x332.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9b9506e1f-1024x567.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9b9506e1f-768x425.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9b9506e1f.png 1471w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<p id="cwPbopa"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9df65d068.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2155 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9df65d068-600x325.png" alt="" width="600" height="325" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9df65d068-600x325.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9df65d068-1024x555.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9df65d068-768x416.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9df65d068-1536x832.png 1536w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68ab9df65d068.png 2028w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: 14pt;">RBAC avançado e gestão de acesso refinada</span></strong></span></h2>
<p><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">Na v13, devido ao novo design da solução, uma nova abordagem de controle de acesso permitirá <strong>criar perfis com permissões granulares</strong>. A console se adapta ao que cada usuário pode ver e fazer, com uma granularidade que até então nunca foi vista nos produtos Veeam. Nem mesmo o RBAC que o Enterprise Manager possui pode ser comparado ao que está por vir na v13 do Veeam Data Platform. Adicionalmente, o novo RBAC vai contar também com <strong>integração nativa ao Entra ID</strong> e suporte a alguns <strong>provedores de identidade externos</strong>.</span></p>
<p id="IKDwnGh"><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68aba09846ce4.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2157 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68aba09846ce4-318x600.png" alt="" width="318" height="600" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68aba09846ce4-318x600.png 318w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68aba09846ce4-542x1024.png 542w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68aba09846ce4-768x1451.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68aba09846ce4-813x1536.png 813w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2025/08/img_68aba09846ce4.png 848w" sizes="auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: tahoma, arial, helvetica, sans-serif;">E aí turma, o que acharam das novidades? O acesso a versão beta só foi possível pelo fato de ser membro do <strong>#VeeamVanguard,</strong> que é um programa pertencente ao grupo <strong>#Veeam100</strong>. Estou preparando um material sobre o processo de instalação e configuração inicial da v13. Em breve publico aqui no blog.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!--EndFragment --></p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/veeamon-2025-em-san-diego/">VeeamON 2025 em San Diego</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Veeam Backup for Google Cloud – Parte 4</title>
		<link>https://explainit.com.br/veeam-backup-for-google-cloud-parte-4/</link>
					<comments>https://explainit.com.br/veeam-backup-for-google-cloud-parte-4/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 23:55:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Backup]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
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		<category><![CDATA[VeeamVanguard]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agora que o ambiente foi preparado, a ferramenta de backup foi configurada e os jobs para proteção do ambiente foram criados e testados, chegou a hora de validarmos como funciona a restauração.</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/veeam-backup-for-google-cloud-parte-4/">Veeam Backup for Google Cloud – Parte 4</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala turma!</p>
<p>Chegamos ao quarto e último post referente ao Veeam Backup for Google Cloud. Hoje vou mostrar os <strong>três possíveis cenários</strong> de restore, considerando, claro, que você já tenha realizado backup das instâncias anteriormente. Os modos são:</p>
<ul>
<li>Restore completo de uma instância;</li>
<li>Restore de discos de uma instância;</li>
<li>Restore granular de arquivos.</li>
</ul>
<p>Como sempre, é importante validar se existe alguma limitação ou consideração para o processo que será realizado. Nesse link temos todos os pontos de atenção que devem ser levados em consideração para cenários de restore: <strong><a href="https://helpcenter.veeam.com/docs/vbgc/guide/limitations.html?#restore" target="_blank" rel="noopener">Considerations and Limitations – Veeam Backup for Google Cloud User Guide</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Restore completo de uma instância</strong></h2>
<p>Ao se autenticar na console do Veeam Backup for Google Cloud, em <strong>Protect Data</strong>, podemos ver as instâncias que possuem backups.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h39_23.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5691 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h39_23.png" alt="" width="810" height="289" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao selecionar a instâncias que gostaríamos de recuperar, escolha a opção “<strong>Instance Restore</strong>”.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h40_16.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5692 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h40_16.png" alt="" width="465" height="130" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Clicando em <strong>Restore Point,</strong> podemos selecionar diferentes restore points para restauração, seja ele de snapshot ou então de backup.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h41_52.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5693 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h41_52.png" alt="" width="942" height="412" /></a></p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h43_10.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5694 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h43_10.png" alt="" width="943" height="251" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <strong>Restore Mode</strong> teremos duas opções:</p>
<ul>
<li><strong>Restore to original location, with original settings</strong>: A restauração acontecerá com as mesmas configurações e no mesmo local da instância original. Normalmente escolhermos essa opção quando a instância original é deletada.</li>
<li><strong>Restore to a new location, or with different settings</strong>: Utilizamos essa opção quando é necessário restaurar a instância em outro projeto/região e alterar as configurações originais da instância.</li>
</ul>
<p>Nesse exemplo usarei a segunda opção para mostrar todas as opções que podemos alterar durante o processo.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h43_41.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5695 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h43_41.png" alt="" width="895" height="590" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escolha primeiro o Projeto em que a instância será restaurada. A conta de serviço será selecionada automaticamente.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h46_31.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5696 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h46_31.png" alt="" width="732" height="592" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escolha a região e a zona de disponibilidade para realizar a restauração.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h47_15.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5697 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h47_15.png" alt="" width="620" height="595" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podemos manter a criptografia original ou, se desejar, alterar para uma chave diferente.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h47_48.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5698 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h47_48.png" alt="" width="645" height="604" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na próxima tela vamos receber um erro informando que já existe uma instância com o mesmo nome (<strong>linux01</strong>). Nesse caso, <strong>é obrigatório</strong> alterar o nome da instância que será restaurada.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h49_09.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5699 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h49_09.png" alt="" width="824" height="443" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podemos, além de alterar o nome, alterar também o tipo da instância. Basta clicar em <strong>Edit</strong>.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h50_11.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5700 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h50_11.png" alt="" width="551" height="385" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E agora podemos prosseguir com o restore, uma vez que o nome da instância restaurada será <strong>linux01-restored</strong>.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h50_36.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5701 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h50_36.png" alt="" width="935" height="408" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na parte de <strong>Network Settings</strong> é necessário escolher a <strong>VPC</strong> e as demais opções de rede para seguir com o processo.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h51_18.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5702 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_14h51_18.png" alt="" width="939" height="443" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Defina a <strong>VPC</strong>, <strong>Subnet</strong> e se deseja restaurar as <strong>network tags</strong>.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h04_23.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5703 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h04_23.png" alt="" width="550" height="432" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como sempre, no último passo, uma verificação das permissões da conta de serviço será realizada.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h05_03.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5705 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h05_03.png" alt="" width="927" height="497" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por fim, teremos um resumo das opções escolhidas. Podemos definir ainda se a instância será ligada ao final do processo ou não.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h09_42.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5706 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h09_42.png" alt="" width="938" height="756" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <strong>Session Logs</strong> é exibido o andamento do restore.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h10_36.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5707 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h10_36.png" alt="" width="945" height="446" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o processo de restore, os seguintes passos são executados:</p>
<ul>
<li><strong>O Worker é criado</strong> na mesma região em que a instância será restaurada;</li>
<li>É criado e anexado ao Worker <strong>um novo disco</strong> vazio e persistente;
<ul>
<li>O número de discos criados é <strong>igual</strong> ao número de discos que a instância possui.</li>
</ul>
</li>
<li>Os dados serão restaurados do bucket do Google Storage <strong>diretamente</strong> para o disco persistente, que está vazio;</li>
<li>Um <strong>snapshot</strong> do disco persistente é criado;</li>
<li>Um disco é criado no <strong>local que o restore</strong> será realizado</li>
<li>O Worker e todos os snapshots<strong> são removidos</strong>;</li>
<li>Uma instância é criada com as configurações escolhidas durante o processo de restauração, e o disco que foi criado anteriormente é atachado a essa nova instância.</li>
</ul>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h29_18.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5708 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h29_18.png" alt="" width="931" height="336" /></a></p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h29_44.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5709" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h29_44.png" alt="" width="932" height="342" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao final do processo, teremos a instância pronta para ser utilizada no Google Cloud.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h30_34.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5710 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h30_34.png" alt="" width="1069" height="196" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Restore de discos de uma instância</strong></h2>
<p>Em <strong>Protection Data</strong>, iremos escolher a opção <strong>Disk Restore</strong>.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h40_04.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5711 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h40_04.png" alt="" width="805" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Novamente, podemos escolher não somente o restore point desejado, mas também a opção de Exclusion. Essa opção permite excluir do restore discos que não são necessários.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h41_32.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5712 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h41_32.png" alt="" width="940" height="459" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao clicar em <strong>Exclusions, </strong>vamos definir os discos que serão removidos do processo. No exemplo utilizado eu possuo apenas um disco, logo, não tenho como excluir ele do restore.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h42_25.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5713 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h42_25.png" alt="" width="618" height="257" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim como a restauração de uma instância, durante a restauração de discos, também temos as opções abaixo. Neste exemplo, utilizarei a opção de restauração para um novo local.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h43_23.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5714 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h43_23.png" alt="" width="955" height="541" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vou escolher para restaurar o disco em um projeto diferente de onde se encontra a instância original.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h47_06.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5715 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h47_06.png" alt="" width="761" height="554" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Defino a região e a zona de disponibilidade.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h47_51.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5716 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h47_51.png" alt="" width="630" height="398" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escolho o tipo de criptografia e se deseja modificá-la.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h48_21.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5717 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_15h48_21.png" alt="" width="652" height="402" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em<strong> Disk Restore</strong>, você pode alterar o nome do disco. Contudo, se um disco com o mesmo nome já existir no Google Cloud, o Veeam Backup for Google Cloud adicionará um sufixo automaticamente ao disco restaurado devido às limitações.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h04_37.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5718 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h04_37.png" alt="" width="950" height="540" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Processo de verificação das permissões&#8230;.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h04_59.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5719 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h04_59.png" alt="" width="939" height="556" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E, finalmente, o resumo do processo de restauração que será iniciado.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h05_26.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5720 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h05_26.png" alt="" width="811" height="756" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <strong>Session logs,</strong> podemos ver o restore iniciando.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h06_17.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5721 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h06_17.png" alt="" width="949" height="442" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o restore, os seguintes passos são executados:</p>
<ul>
<li><strong>O Worker é criado</strong> na mesma região em que o disco da instância será restaurado;</li>
<li>Um disco persistente<strong> novo e vazio</strong> é criado e conectado ao Worker.</li>
<li>Os dados são restaurados do bucket do Google Storage para um <strong>disco persistente vazio</strong>.</li>
<li>Um <strong>snapshot</strong> do disco persistente é <strong>criado</strong>;</li>
<li>Um disco de snapshot é criado no <strong>destino</strong> da restauração.</li>
<li><strong>O Worker e todos os snapshots são removidos</strong>;</li>
</ul>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h15_20.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5722 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h15_20.png" alt="" width="942" height="309" /></a></p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h22_26.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5723 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h22_26.png" alt="" width="913" height="146" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após o restore finalizar, o disco já estará disponível na instância.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h23_14.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5724 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_16h23_14.png" alt="" width="1145" height="197" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Restore granular de arquivos</strong></h1>
<p>O restore de arquivos é um processo pouco diferente das opções anteriores. Antes de iniciarmos, precisamos fazer duas modificações importantes:</p>
<ul>
<li>Habilitar o <strong>Private Google Access</strong> na subnet utilizada pela instância;</li>
<li>Habilitar o <strong>Access Scope</strong> na instância que faremos o restore de arquivos.</li>
</ul>
<p>Isso é essencial para que possamos realizar a restauração de arquivos com a opção de <strong>restaurar no local original</strong>.<strong> </strong></p>
<p>Para habilitar o <strong>Private Google Access</strong>, basta editar a Subnet no Google Cloud e habilitar a opção.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h46_03.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5726 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h46_03.png" alt="" width="552" height="420" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já <strong>Access Scope</strong> é uma opção disponível diretamente na instância. Ela <strong>precisa estar desligada</strong> para efetuar esta alteração.<br />
Escolha a opção de <strong>Allow full access to all Cloud APIs</strong>.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h47_17.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5727 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h47_17.png" alt="" width="538" height="292" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após configurar essas opções, estaremos prontos para efetuar o restore de arquivos. Novamente em <strong>Protect Data</strong>, escolha a opção <strong>File Level Recovery</strong>.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h48_43.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5728 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h48_43.png" alt="" width="806" height="298" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por padrão, o <strong>último restore point disponível virá selecionado</strong>, mas, se necessário, podemos escolher um restore point diferente.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h49_22.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5729 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h49_22.png" alt="" width="940" height="390" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste exemplo, selecionarei a opção de <strong>restaurar para o local original</strong> e manterei a opção de<strong> deixar o utilitário de restauração instalado</strong>. Assim, se for necessário realizar a restauração novamente, o processo ocorrerá de maneira <strong>mais ágil</strong>.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h50_24.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5730 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h50_24.png" alt="" width="961" height="363" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na próxima tela, além de verificar as permissões, também vamos verificar se o Private Google Access está habilitado na subnet da VM e se o Access Scope está configurado.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h52_12.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5731 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h52_12.png" alt="" width="946" height="440" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na última tela temos o resumo do restore. Basta clicar em Restore para iniciar a recuperação.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h52_41.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5732 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_17h52_41.png" alt="" width="951" height="490" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando o Veeam terminar o processo, será disponibilizado um link para acessarmos o File Browser.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h12_25.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5733 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h12_25.png" alt="" width="879" height="213" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao abrir o link no seu navegador, será possível navegar entre o conteúdo dos discos, pastas e arquivos, além, é claro, de selecionar o que precisamos restaurar.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h12_42.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5734 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h12_42.png" alt="" width="672" height="728" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse exemplo, escolhi um arquivo que havia criado anteriormente e deixei na pasta do usuário &#8220;<strong>wesmrt&#8221;. </strong>Para seguir, é obrigatório clicar em <strong>&#8220;Add to Restore List&#8221;</strong>.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h13_52.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5735 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h13_52.png" alt="" width="962" height="403" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao selecionarmos a opção de restauração para o local original, podemos optar por restaurar os arquivos para a sua origem, preservando ou substituindo o arquivo original, se ele ainda estiver presente no local.<br />
Nesse caso vou escolher a opção “Keep”, que vai manter o arquivo original.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h14_30.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5736 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h14_30.png" alt="" width="880" height="346" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O arquivo será restaurado e podemos acompanhar no <strong>Session Logs</strong>.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h16_04.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5737 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h16_04.png" alt="" width="694" height="226" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao acessar a instância via SSH, consigo ver que o arquivo restaurado foi criado e o original foi mantido intacto.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h16_43.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5738 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h16_43.png" alt="" width="703" height="145" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o <strong>File Level Restore para o local de origem</strong>, os seguintes passos são executados:</p>
<ul>
<li>Quando utilizado um restore point de <strong>Snapshot</strong>, o Veeam Backup for Google Cloud<strong> copia os discos</strong> persistentes da instância baseado no snapshot e <strong>anexa ao Worker</strong>;</li>
<li>Ao utilizar um ponto de restauração de Backup, os discos não são <strong>removidos fisicamente do backup</strong>. O backup permanece em um estado <strong>somente leitura</strong> para ser usado na restauração.</li>
<li>O deploy do Worker é feito com base no tipo de ponto de restauração utilizado:
<ul>
<li>Se for Snapshot, o Worker é criado na região em que a <strong>instância de destino</strong> dos arquivos reside;</li>
<li>Para Backup, o Worker será criado na mesma região onde o <strong>bucket do Cloud Storage</strong> está localizado.</li>
</ul>
</li>
<li>Ao usar o <strong>Snapshot</strong> como ponto de restauração, os discos persistentes criados desse snapshot<strong> são vinculados ao Worker</strong>.</li>
<li>Quando utilizado o <strong>Backup</strong> como restore point, o Veeam Backup for Google Cloud <strong>emula a presença dos discos no Worker</strong> a partir dos dados do localizados no Cloud Storage;</li>
<li>Dependendo do sistema operacional, o acesso a instância de destino é diferente:
<ul>
<li><strong>Linux:</strong> uma SSH KEY para o usuário<strong> veeam_restore_user</strong> é criada e essa chave é enviada para a instância utilizando a API de Compute Engine;</li>
<li><strong>Windows:</strong> a credencial <strong>veeam_restore_user</strong> é criada na instância de destino utilizando a API de Compute Engine.</li>
</ul>
</li>
<li>Um <strong><a href="https://cloud.google.com/iap/docs/using-tcp-forwarding" target="_blank" rel="noopener">túnel IAM criptografado</a></strong> é criado entre o appliance do Veeam Backup para Google Cloud e a instância de destino, permitindo o acesso administrativo.;</li>
<li>Um bucket é criado no Cloud Storage sob o nome &#8220;<strong>veeam-transfer-files-GUID</strong>&#8221; na região correspondente à VM de destino, a fim de copiar o utilitário de restauração.
<ul>
<li>Este mesmo bucket será usado para o restauro de arquivos futuros, a menos que seja excluído manualmente.</li>
</ul>
</li>
<li>A interface de restore é criada e a URL para acesso é exibida;</li>
<li>Os arquivos e pastas selecionados para restore são enviados para a instância de destino utilizando o serviço Pub/Sub do Google Cloud;</li>
<li>O utilitário de restore é removido do bucket criado;</li>
<li>O Worker utilizado pelo restore é deletado.</li>
</ul>
<p>Para concluir a sessão de restauração, devemos retornar ao console e selecionar a opção &#8216;<strong>Stop Recovery Session</strong>&#8216;. Isso encerrará o processo e eliminará o Worker em execução.</p>
<p><a href="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h17_28.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5739 size-full" src="http://itproland.com.br/wp-content/uploads/2024/08/2024-08-05_18h17_28.png" alt="" width="334" height="119" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com isso, finalizamos a demonstração das três opções de restore disponíveis para instâncias utilizando o Veeam Backup for Google Cloud.</p>
<p>Ficou com alguma dúvida? Deixa aqui seu comentário!</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/veeam-backup-for-google-cloud-parte-4/">Veeam Backup for Google Cloud – Parte 4</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Protegendo o Azure File Share com Veeam Backup for Azure</title>
		<link>https://explainit.com.br/protegendo-o-azure-file-share-com-veeam-backup-for-azure/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 22:41:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Azure]]></category>
		<category><![CDATA[Backup]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[Veeam]]></category>
		<category><![CDATA[Veeam Vanguard]]></category>
		<category><![CDATA[aws]]></category>
		<category><![CDATA[azure]]></category>
		<category><![CDATA[backup]]></category>
		<category><![CDATA[cloud]]></category>
		<category><![CDATA[dataprotection]]></category>
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		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[protecao]]></category>
		<category><![CDATA[protect]]></category>
		<category><![CDATA[veeam100]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que é possível proteger o Microsoft Azure File Share utilizando Veeam Backup for Azure? Acesse o post e descubra como a ferramenta funciona.</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/protegendo-o-azure-file-share-com-veeam-backup-for-azure/">Protegendo o Azure File Share com Veeam Backup for Azure</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste post, vou explicar como você pode proteger seu <strong>Microsoft Azure File Share</strong> de forma eficaz com o <strong>Veeam Backup for Azure</strong>. Essa solução permite realizar o backup de compartilhamentos de arquivos no Azure de maneira segura, utilizando <strong>snapshots nativos</strong> da plataforma. Além disso, o Veeam Backup for Azure gera um catálogo completo das pastas e arquivos armazenados, facilitando a localização e a restauração de itens específicos, caso seja necessário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Pré-requisitos e Limitações de Uso</strong></h2>
<p>Antes de configurar os backups para os produtos suportados, é essencial validar todos os pré-requisitos e limitações envolvidos. No caso do Azure File Share, considere os seguintes pontos:</p>
<ul>
<li><strong>Backup de NFS não é suportado:</strong> O Veeam Backup for Azure não realiza backups de compartilhamentos de arquivos NFS no Azure File Share.</li>
<li><strong>Snapshots vinculados ao compartilhamento:</strong> Se o Azure File Share for excluído, os snapshots associados a ele serão removidos automaticamente, incluindo os backups que o Veeam criou com base nesses snapshots.</li>
<li><strong>Requisitos para Indexing:</strong> Para que o Veeam Backup for Azure utilize a funcionalidade de Indexing, o compartilhamento precisa ter habilitados o SMB v3 e NTLM v2, pois são esses os métodos de autenticação necessários.</li>
<li><strong>Disponibilidade do Indexing:</strong> A funcionalidade de Indexing está disponível apenas nas versões pagas do Veeam Backup for Azure. A versão gratuita não permite o uso desse recurso.</li>
<li><strong>Limite de snapshots:</strong> O Azure File Share permite um máximo de 200 snapshots devido a limitações da própria plataforma Azure.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Criando uma Policy</strong></h2>
<p>Para simular a policy eu criei um File Share em um Storage Account que já possuía no Microsoft Azure. Nesse File Share eu tenho cerca de 2GB de dados com algumas pastas e arquivos, conforme imagem abaixo:</p>
<p><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a95c0db101.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2033 " style="border-style: solid; border-width: 2px;" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a95c0db101-600x268.png" alt="" width="669" height="299" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a95c0db101-600x268.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a95c0db101-1024x457.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a95c0db101-768x343.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a95c0db101.png 1388w" sizes="auto, (max-width: 669px) 100vw, 669px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O File Share já possui <strong>SMBv3 e NTLMv2</strong> habilitados para que seja possível utilizar o Indexing:</p>
<p><a href="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup3.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" style="border-style: none; border-width: 2px;" src="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup3.png" alt="" width="581" height="212" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na console do Veeam Backup for Azure, clique em <strong>“Add</strong>” na seção de Azure Files, em Policies:</p>
<p><a href="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup4.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup4.png" alt="" width="632" height="254" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escolha um nome e uma descrição para a Política:</p>
<p><a href="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup5.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup5.png" alt="" width="564" height="401" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em “<strong>Account</strong>”, escolha a conta a conta que possui acesso ao Azure File Share:</p>
<p><a href="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup6.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup6.png" alt="" width="679" height="183" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em “<strong>Region</strong>”, selecione a região onde o Azure File Share está localizado:</p>
<p><a href="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup7.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup7.png" alt="" width="844" height="205" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em “<strong>Resources</strong>”, escolha o File Share e adicione na lista de recursos a serem protegidos. Caso não apareça na lista, clique em “<strong>Browse to select a target from global list&#8230;</strong>”.</p>
<p id="vgTXqzo"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a969285b5c.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2034 size-medium" style="border-style: solid; border-width: 2px;" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a969285b5c-600x446.png" alt="" width="600" height="446" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a969285b5c-600x446.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a969285b5c.png 755w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marque a opção “<strong>Enable indexing</strong>” para criar o index durante a execução da Policy.</p>
<p><a href="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup9.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup9.png" alt="" width="828" height="142" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Habilite o tipo de retenção que necessita (Daily, Weekly ou Monthly). <strong>É possível habilitar todas</strong> para criar diferentes agendamentos.</p>
<p><a href="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup10.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup10.png" alt="" width="830" height="361" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao editar o schedule, é possível definir o horário e dias que a policy será executada. Também é nessa seção que <strong>definimos a quantidade de snapshots</strong> que serão retidos.</p>
<p><a href="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup11.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://itproland.com.br/wp-content/uploads/2023/10/103123_0706_VeeamBackup11.png" alt="" width="849" height="476" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em “<strong>Settings</strong>” podemos definir as notificações e a quantidade de tentativas que a Policy fará caso ela falhe.</p>
<p id="EguwcNN"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97b1ceb0e.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2035 size-medium" style="border-style: solid; border-width: 2px;" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97b1ceb0e-600x358.png" alt="" width="600" height="358" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97b1ceb0e-600x358.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97b1ceb0e-1024x611.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97b1ceb0e-768x458.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97b1ceb0e.png 1063w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao final, teremos uma <strong>estimativa de custo</strong> para Policy baseado nos agendamentos e retenções escolhidos.</p>
<p><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97efe417c.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2036 size-medium" style="border-style: solid; border-width: 2px;" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97efe417c-600x337.png" alt="" width="600" height="337" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97efe417c-600x337.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97efe417c-1024x575.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97efe417c-768x431.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a97efe417c.png 1032w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao executar a Policy, veremos que primeiro é criado o Snapshot.</p>
<p id="qcIogbd"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a983c9a869.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2037 size-medium" style="border-style: solid; border-width: 2px;" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a983c9a869-600x295.png" alt="" width="600" height="295" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a983c9a869-600x295.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a983c9a869-1024x504.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a983c9a869-768x378.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a983c9a869.png 1189w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em seguida começa o processo de Indexing, onde<strong> um Worker será criado</strong> para montar o File Share baseado no snapshot e então verificar toda a estrutura de pastas e arquivos para criação do índice.</p>
<p id="KIkCxdW"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a986ed8357.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2038 size-medium" style="border-width: 2px; border-style: solid;" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a986ed8357-600x277.png" alt="" width="600" height="277" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a986ed8357-600x277.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a986ed8357-1024x472.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a986ed8357-768x354.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a986ed8357.png 1182w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando a Policy finalizar, poderemos ver o Restore Point criado e pronto para executar uma restauração em “<strong>Protected Data</strong>”.</p>
<p id="VlfKNVH"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98aed92cd.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2039 size-medium" style="border-style: solid; border-width: 2px;" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98aed92cd-600x190.png" alt="" width="600" height="190" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98aed92cd-600x190.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98aed92cd-1024x324.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98aed92cd-768x243.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98aed92cd.png 1217w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na seção de Snapshots do Azure File Share no Azure Portal é possível visualizar os snapshots criados também.</p>
<p id="YrFbikl"><span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98f14b7b2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2040 size-medium" style="border-width: 2px; border-style: solid;" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98f14b7b2-600x179.png" alt="" width="600" height="179" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98f14b7b2-600x179.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98f14b7b2-1024x305.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98f14b7b2-768x229.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2024/11/img_672a98f14b7b2.png 1347w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações de como funciona o backup do Azure File Share acessem os links abaixo:</p>
<ul>
<li><a href="https://helpcenter.veeam.com/docs/vbazure/guide/limitations.html?ver=5a#backup" target="_blank" rel="noopener">Considerations and Limitations</a></li>
<li><a href="https://helpcenter.veeam.com/docs/vbazure/guide/how_fs_backup_works.html?ver=5a" target="_blank" rel="noopener">How File Share Backup Works</a></li>
<li><a href="https://helpcenter.veeam.com/docs/vbazure/guide/fs_backup_policy.html?ver=5a" target="_blank" rel="noopener">Performing File Share Backup</a></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/protegendo-o-azure-file-share-com-veeam-backup-for-azure/">Protegendo o Azure File Share com Veeam Backup for Azure</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
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		<title>Veeam &#8211; Restaurando VM completa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2022 04:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Backup]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conteúdo desse post foi publicado também no blog oficial da Veeam e você pode encontrá-lo clicando aqui. &#160; A importância da continuidade de negócios Todos sabemos que, nos dias atuais, um sistema fora do ar por alguns minutos pode causar um grande impacto financeiro e institucional para as companhias. Uma das maneiras que as [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://explainit.com.br/veeam-restaurando-vm-completa/">Veeam &#8211; Restaurando VM completa</a> apareceu primeiro em <a href="https://explainit.com.br">Explain IT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conteúdo desse post foi publicado também no <strong>blog oficial da Veeam</strong> e você pode encontrá-lo clicando <strong><a href="https://www.veeam.com/blog/pt-br/full-vm-restore.html" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A importância da continuidade de negócios</strong></p>
<p>Todos sabemos que, nos dias atuais, um sistema fora do ar por alguns minutos pode causar um grande impacto financeiro e institucional para as companhias. Uma das maneiras que as corporações estão encontrando para minimizar essa possibilidade é criar planos de continuidade de negócios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mas então: o que é e como garantir isso?</strong></p>
<p>Continuidade de negócios, nada mais é que desenhar um modelo onde, em situações de adversidade, exista um caminho a ser seguido. Esse caminho muito provavelmente fará com que as perdas sejam mínimas ou até nem aconteçam. A grande jogada quando se fala em continuidade de negócios é que isso deve ser desenvolvido e planejado muito antes de ser utilizado, ou seja, em momentos de navegação em águas calmas. Quando a tempestade chegar, o marinheiro já sabe o que fazer para contornar a situação.</p>
<p>O plano de continuidade de negócios envolve quase todas as áreas de uma companhia, mas, no nosso caso, vamos dedicar os esforços para disponibilidade e proteção de dados. Graças a Veeam, podemos ter várias opções para garantir a continuidade, e elas vão desde backup, replicação, orquestração, nuvem, imutabilidade, etc. Muitas maneiras que, quando combinadas, se tornam uma poderosa arma contra o apagão corporativo. Mas especificamente nesse post, abordaremos um recurso chamado <em><strong>Full VM restore.</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é o Full VM restore?</strong></p>
<p>Em linhas gerais, é o procedimento de<strong> recuperar completamente uma máquina virtual</strong> que, por algum motivo, não está mais produtiva. Imagine o seguinte cenário:</p>
<p>Você tem um servidor de arquivos que é uma VM. E essa VM possui 5 discos virtuais. Quando um Full VM Restore é realizado, você evita, por exemplo, que alguns dos discos sejam “esquecidos” para trás. Ou seja, efetuando um Full VM restore com Veeam, todos os 5 discos dessa VM serão restaurados sem nenhum problema.</p>
<p>A documentação oficial da Veeam relacionada ao modelo de restore que abordaremos nesse post pode ser encontrada<a href="https://helpcenter.veeam.com/docs/backup/vsphere/performing_full_recovery.html?ver=110" target="_blank" rel="noopener"> clicando aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E como fazer?</strong></p>
<p>Como tudo no Veeam, o procedimento é muito fácil. Não vamos abordar aqui o processo para realizar backup, consideraremos que a VM que será restaurada está sendo executada no VMware vCenter e o Veeam <strong>já a protegeu nos jobs de backup</strong>.</p>
<p>O nome da VM que utilizaremos no exemplo é <strong>“app-server”.</strong> Na animação abaixo, vejam que ela está em funcionamento e logo após eu realizo o processo de exclusão.</p>
<div style="width: 856px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-1821-1" width="856" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/excluindo-a-vm.mp4?_=1" /><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/excluindo-a-vm.mp4">http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/excluindo-a-vm.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora, com a console do Veeam Backup and Replication aberta, navegue até a na guia <strong>Home (1)</strong>, depois <strong>Backups&gt;Disk (2)</strong>, agora clique com <strong>o botão direito sobre a máquina virtual que deseja recuperar (3)</strong> e selecione a opção <strong>Restore entire VM (4).</strong> Você também encontra essa mesma opção na barra de <strong>ferramentas superior (5).</strong></p>
<p><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1917 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-1-600x309.png" alt="" width="600" height="309" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-1-600x309.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-1-1024x528.png 1024w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-1-768x396.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-1-1536x792.png 1536w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-1.png 1910w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na janela que irá aparecer, o Veeam automaticamente trará como sugestão de restore o backup mais <strong>recente disponível (1)</strong>. Entretanto, caso você precise recuperar a VM de um ponto de restauração mais antigo, basta clicar em <strong>Point (2).</strong></p>
<p><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1924 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-2-600x426.png" alt="" width="600" height="426" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-2-600x426.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-2-768x546.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-2.png 940w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O próximo passo é escolher qual modo de restore será utilizado. São 3 opções (mais detalhes você <a href="https://helpcenter.veeam.com/docs/backup/vsphere/full_restore_mode_vm.html?ver=110" target="_blank" rel="noopener">encontra aqui</a>):</p>
<p><strong>(1) Restore to the original location: </strong>é o método mais simples, onde o Veeam vai restaurar a VM com as configurações originais. Nesse modo, a VM é restaurada para o mesmo Datastore, Folder e name.</p>
<p><strong>(2) Restore to a new location, or with different settings: </strong>essa opção é bem mais completa e detalhista. Você tem a possibilidade de altarar o local do restore e também modificar as configurações da VM, tais como rede, armazenamento, etc. Nesse método, o Veeam restaura a VM ou os discos conforme as configurações locais que você definiu.</p>
<p><strong>(3) Staged restore: </strong>todas as opções do método anterior estão disponíveis, porém, com <em>Staged Restore</em> é possível restaurar a VM em um DataLab (ambiente isolado) e, dessa forma, executar scripts ou procedimentos antes de colocá-la em produção. Esse processo é conhecido também como recuperação por etapas e pode nos ajudar com requisitos da <strong>Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)</strong>, mas não vamos cobrir isso nesse artigo.</p>
<p>Ainda existe uma opção complementar chamada <strong>Quick rollback (4)</strong>. Selecionando essa opção, o Veeam utiliza o CBT para mapear os pontos que precisam ser restaurados. Esse é um processo mais rápido, pois são restaurados apenas os blocos diferentes que mudaram do ponto de restauração utilizado versus a VM que está no ambiente. Por recomendação, utilize esse recurso quando não houver acontecido nenhum problema de hardware no ambiente ou se VM não existir mais.</p>
<p>Para nosso exemplo, escolhi a opção <strong>Restore to the original location</strong>.</p>
<p><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-3.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1923 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-3-600x427.png" alt="" width="600" height="427" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-3-600x427.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-3-768x547.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-3.png 940w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao clicar em <strong>Next, </strong>é possível configurar uma opção chamada <strong>Secure Restore</strong>. Ativando essa opção, o Veeam solicita ao antivírus do sistema operacional para fazer uma verificação na VM. Para saber mais sobre como configurar a integração com o antivírus, consulte esse <a href="https://helpcenter.veeam.com/docs/backup/vsphere/av_scan_hiw.html?ver=110" target="_blank" rel="noopener">link</a></p>
<p><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-4.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1922 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-4-600x426.png" alt="" width="600" height="426" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-4-600x426.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-4-768x546.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-4.png 940w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A próxima tela é apenas para justificar o motivo do restore e a última. Clique em <strong>Next </strong>e chegaremos ao último passo. Basicamente você encontrará nessa tela uma visão geral das opções escolhidas. Também está disponível um checkbox onde, ao marcá-lo, a <strong>VM será ligada automaticamente (1)</strong> após a tarefa ser completada. Agora clique em <strong>Finish </strong>e aguarde o processo ser concluído.</p>
<p><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-5.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1921 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-5-600x426.png" alt="" width="600" height="426" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-5-600x426.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-5-768x546.png 768w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-5.png 939w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao final, você poderá consultar no log que o restore foi finalizado sem nenhuma falha.</p>
<p><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-6.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1920 size-medium" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-6-600x458.png" alt="" width="600" height="458" srcset="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-6-600x458.png 600w, https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/img-6.png 732w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para ilustrar melhor, o vídeo abaixo demonstra o processo de restore e a VM sendo acessada após ser recuperada.</p>
<div style="width: 856px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-1821-2" width="856" height="482" autoplay preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/veeam-blog-post.mp4?_=2" /><a href="http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/veeam-blog-post.mp4">http://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/08/veeam-blog-post.mp4</a></video></div>
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		<title>Criando bucket na Zadara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joaquim Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 03:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Backup]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer saber como é rápido e fácil criar um bucket na Zadara Cloud? Esse é o primeiro passo para que possamos configurar o SOBR no Veeam e enviar os backups para nuvem.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Galera, tudo bem?</p>
<p>Hoje vou demonstrar pra vocês como é feito a criação de um bucket na cloud da <strong>Zadara</strong>. Esse armazenamento do tipo <strong>Object Storage S3 Compatible</strong> pode ser utilizado para vários propósitos, mas, no nosso caso, utilizaremos como repositório do Veeam.</p>
<p>Não vou entrar nos méritos aqui do que é Zadara ou das formas de contratações. Se tiverem alguma dúvida sobre isso, basta me escrever.</p>
<p>Uma vez que você já tem uma conta criada na Zadara, digite as credenciais para login (Account, Username e Password).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p id="oVkyEhD"><a href="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/06/img_629ebbd037947.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1808" src="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/06/img_629ebbd037947.png" alt="" width="350" height="378" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após autenticar, clique em <strong>Console (1)</strong>, e depois em <strong>Add (2)</strong>.</p>
<p id="nNRiIyA"><a href="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/06/img_629ebb6a72f6d.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1807" src="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/06/img_629ebb6a72f6d.png" alt="" width="650" height="158" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agora digite o <strong>nome</strong> do bucket/container, escolha se ele será <strong>criptografado</strong> (encrypted) e/ou <strong>imutável</strong> (Object Lock). E lembre-se que, a partir do momento que ele for criado,<strong> não é possível</strong> alterar essas propriedades. <strong>Nasce</strong> e <strong>morre</strong> do mesmo jeito!</p>
<p id="kCFxiBB"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1797 aligncenter" src="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/06/img_629e76d7bf62f.png" alt="" width="395" height="246" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pronto&#8230; agora o <strong>bucket/container já está disponível (1)</strong> para ser configurado no Veeam. Importante saber que as informações da conta (secret key, access key, região e etc.), podem ser encontradas <strong>clicando sobre o nome do usuário (2)</strong>.</p>
<p id="JGwLxem"><a href="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/06/img_629e7ace74a9e.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1799 size-full" src="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/06/img_629e7ace74a9e.png" alt="" width="1918" height="465" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aqui estão as informações:</p>
<p id="gPyiumQ"><a href="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/06/img_629e7b6777d24.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1800 size-full" src="https://explainit.com.br/wp-content/uploads/2022/06/img_629e7b6777d24.png" alt="" width="1879" height="809" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Simples e rápido né turma? Agora, com essas informações, já podemos criar o SOBR no Veeam e apontar para a Zadara.</p>
<p>Abraço,</p>
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